- O tipo de alopécia
- A estabilidade da queda
- A qualidade e densidade da zona dadora
- Nos casos de alopécia androgenética, é essencial avaliar a progressão antes de indicar a realização do procedimento.
- Menor exposição solar, facilitando o cumprimento dos cuidados pós-operatórios
- Menor transpiração, reduzindo o desconforto nos primeiros dias
- Temperaturas mais baixas, que contribuem para uma recuperação mais confortável
- Mais tempo livre para recuperação (férias)
- Maior disponibilidade para cumprir os cuidados pós-operatórios
- Possibilidade de regressar à rotina profissional já com a fase inicial ultrapassada
- Sensação de renovação e confiança numa altura mais social e exposta
- Se se trata de alopécia androgenética
- Se é uma queda reativa (stress, alterações hormonais, défices nutricionais)
- Se é uma situação reversível sem necessidade de realização do procedimento
- Garantir que a alopécia está controlada e que o resultado será estável ao longo do tempo
- Preparar o couro cabeludo para uma melhor resposta ao transplante
- Definir expectativas realistas e alinhadas com o resultado possível
- Avaliar, cuidadosamente, a zona dadora, assegurando um resultado equilibrado e sustentável
- Tipo e grau de alopécia
- Idade biológica
- Qualidade da zona dadora
- Histórico familiar
- Estabilidade da queda
- Plano terapêutico global
- Expectativa do paciente